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13/06/2017

UM FENÓMENO DE SÉRIE | LOST



Para mim, em toda a minha experiência "seriéfila" (que não é pouca), houve um antes e um depois de LOST. Logo nos primeiros episódios, apercebi-me que não era uma série qualquer, era uma experiência sensorial tremenda pela qual estava prestes a passar. E lamentei não ter começado a ver antes. Passou imediatamente para o primeiro posto nas minhas preferências e, contrariamente a todas as críticas que li sobre o final, para mim teve um dos últimos capítulos mais inspiradores de sempre. Pena que nem toda a gente entendeu.

Pelo título, e por ter ouvido falar aqui e ali, sabia que haveria gente perdida numa ilha, que um avião se despenharia, que veríamos pessoas a tentar sobreviver, os seus problemas de sobrevivência, talvez alguns confrontos entre eles, ou seja, o típico. E não deixa de ser verdade, porque LOST é isto tudo. No entanto, se se tivesse ficado por aí de certeza que nunca se teria tornado no fenómeno em que se tornou.




Tudo começa quando o avião Oceanic 815 procedente de Sydney com destino a Los Angeles, se parte em dois, cai numa ilha do Pacífico e monta-se o caos. Imediatamente começamos a ver quem serão alguns dos personagens principais da história. Jack, Kate, Sawyer, Locke, Hurley... vão-se apresentando, e através dos famosos flashbacks (hoje tão comuns em qualquer série, em 2004 uma autêntica novidade) mostram-nos trechos das suas vidas peculiares antes do acidente. Cada um estava nesse avião por diferentes motivos, alguns dos quais são-nos revelados logo, outros apenas com o tempo. E esse é um dos triunfos de LOST: não mostrar tudo de rajada, mas ir brincando com o mistério e com a nossa necessidade urgente de respostas. 

Num episódio piloto que ficou na história por ter sido o mais caro até então, rapidamente nos apercebemos que as vítimas do acidente não serão os únicos protagonistas da história. A ilha e as suas peculiaridades também o serão (porque nada é o que parece). Como também o serão os "Outros", o Fumo Negro, a figura ancestral de Jacob, and so on


JACK, KATE E SAWYER, OS TRÊS PROTAGONISTAS QUE FORMAM O INDISPENSÁVEL TRIÂNGULO AMOROSO


Eu diria que LOST é uma espécie de puzzle gigante e complexo. À medida que as temporadas passam, as peças vão-nos sendo lançadas, mas o resultado final permanece difuso porque, por muito que tentes, as peças nunca encaixam. Ainda assim, continuamos a ver, na esperança de que as peças seguintes ganhem sentido a qualquer momento. Como vêem, nesta série não são só os personagens que estão perdidos. Mas também nós que a vemos. As perguntas vão-se acumulando, os mistérios vão aumentando, sem perspectiva de respostas à vista. Mas será que essas respostas nos vão ser dadas algum dia?  


OS SEIS PERSONAGENS QUE FICAM CONHECIDOS COMO OS "OCEANIC SIX"


Na primeira temporada conhecemos os personagens e vivemos com eles todos os mistérios, depois conhecemos "Os Outros", vislumbra-se uma possível perspectiva de resgate, para logo mudarem as regras do jogo e nos introduzirem um factor temporal futuro. Na última temporada, passamos a uma realidade paralela alternativa, os flasbacks dão lugar aos flashforwards, e no meio disto tudo são-nos desvendados alguns mistérios e, finalmente, apresentado um último capítulo controverso e que desiludiu milhões de seguidores. Curiosamente, a mim pareceu-me o final mais poético e inspirador que poderiam conseguir para uma história tão peculiar como é a de LOST.


UMA DAS CENAS FINAIS DE LOST, NA IGREJA, ONDE SE REÚNEM TODOS


E quem não percebeu isso, é porque não tirou o verdadeiro sentido da série. LOST não é uma série sobre acidentes de avião, sobre efeitos mágicos, ursos polares e números misteriosos. LOST é muito mais, é uma série sobre sentimentos e emoções, sobre um grupo de pessoas que mais do que estarem presas numa ilha, estão perdidas nas suas próprias vidas. Desiludidas num mundo que lhes vira as costas. Curioso como personagens como Sawyer, mas principalmente Locke e Jack, não querem voltar à vida que tinham em Los Angeles. Preferem continuar na ilha, porque aí sentem-se acolhidos, importantes, com um propósito. 

Estas histórias são apenas o meio para contar histórias mais grandiosas e profundas, histórias que abordam a origem da condição humana, do mal, o significado da família, da amizade, do amor.



Quem nunca se encontrou em algum momento perdido na sua própria vida? Quem nunca quis "regressar à ilha"? 




A FAMOSA CENA DA MANTEIGA DE AMENDOIM COM CHARLIE E CLAIRE, UMA DAS MAIS ENTERNECEDORAS DA SÉRIE


HÁ QUEM SEJA TEAM KATE E SAWYER (NA FOTO). EU SOU COMPLETAMENTE TEAM KATE E JACK



Pessoalmente, o bonito de LOST foi passar horas e horas em frente do ecrã, emocionada perante o que estava a ver. Uma série única, diferente, que ainda hoje, depois de sete anos do final, continua a manter intrigados aqueles que decidem começar a vê-la. Eu nunca tinha sentido nada igual com outra série e é possível que nunca mais volte a sentir. 

Portanto, o que posso dizer mais? Se ainda não viram, e ainda que não apreciem este conceito de survivors e uma carrada de mistérios envolvidos, vejam. Porque desde o fenómeno Losty, nunca mais foi feito nada parecido. LOST mudou a forma de fazer séries, de vê-las e de segui-las, e parece-me que ainda demorará algum tempo até que podamos dizer o mesmo de outra. 



Para finalizar, deixo-vos com algumas das frases mais famosas da série e que marcaram a história da televisão:  

"Live together, die alone!" (Jack)
Esta frase de Jack, o médico e líder incontestável do grupo, faz parte da primeira temporada, quando ele decide assumir definitivamente o papel, depois de alguns problemas de auto-confiança. Ainda que muitas vezes as suas escolhas não tenham sido as mais acertadas para o grupo, este discurso foi um momento decisivo na sobrevivência de todos.



"I'll see you in another life, brotha!" (Desmond)
Desmond, com aquele sotaque escocês que me mata, é o responsável por um dos chavões mais inesquecíveis e utilizados na série. Este personagem só aparece a partir da segunda temporada, para tornar-se a partir daí num protagonista incontestável. É um dos meus favoritos.



"Not Penny's boat!" (Charlie)
É também com Desmond que Charlie protagoniza esta cena de cortar o coração. Uma cena que viria a marcar o final trágico da terceira temporada.


"We have to go back!" (Jack)
Uma das grandes reviravoltas na série e um ponto essencial para o que viria a seguir. Novamente, o protagonista é Jack, que se sacrifica em prol dos amigos até à última cena. Um autêntico líder, herói e incontestavelmente o meu personagem favorito.  

16/05/2017

HOME WITH SOUL



Momento decor para hoje.


Preciso URGENTE de inspiração para decorar a sala da minha casa de fim-de-semana. O sofá grande é cinzento, um tom que pode não ser a primeira opção para a maior parte das pessoas, mas que funciona muito bem (e estas quatro imagens provam-no). Um fundo de decoração cinza é tendência e uma alternativa elegante para os habituais bege ou castanho. 


Não sou apreciadora do estilo 100% nórdico ou escandinavo, muito menos daquele registo industrial que hoje vemos em tudo quanto é casa no Pinterest e Instagram. Pelo contrário, já gosto de uma decoração de estilo contemporâneo, mas que misture alguns elementos clássicos. Gosto de um jogo de espelhos, gosto de bases neutras com mistura de branco, cinza e dourado (com detalhes prata, sempre), gosto de algum apontamento geométrico (por exemplo, nas almofadas), gosto de um cadeirão rebuscado a fazer jogo com um sofá de linhas simples, gosto de algum apontamento de cor (subtil), gosto de grandes jarras com flores brancas, gosto de elementos decorativos em cristal (ou vidro)...


Enfim, ideias não faltam... 


ATÉ AMANHà
e já sabem que podem seguir o meu álbum de decor no Pinterest.

10/05/2017

O CÍRCULO E A FALTA DE PRIVACIDADE NAS NOSSAS VIDAS



Ontem à noite fomos ao cinema ver O Círculo, o novo filme de Emma Watson e Tom Hanks, que fala sobre os limites da era digital. Não sendo uma obra magistral, nem inovadora, até porque para isso já temos a série Black Mirror, valeu pela grande actuação de Tom Hanks, um autêntico Steve Jobs "demonizado", e pela reflexão a que nos propõe. 


Basicamente, temos o personagem de Emma Watson, Mae, a conseguir trabalho no O Círculo, uma das maiores e prestigiadas empresas tecnológicas do mundo, que possui um avançado sistema operativo capaz de armazenar todos os dados dos usuários. Imaginemos uma espécie de Google, mas com o valor acrescentado de incorporar numa mesma empresa funcionalidades como as que o Facebook, Youtube, Instagram, Whatsapp e Twitter nos oferecem. 

Até aqui tudo bem, nada de novo. No entanto, os limites da privacidade, a liberdade pessoal e a própria ética começam a ser redefinidos quando Mae é convidada pelo CEO da empresa, interpretado por Tom Hanks, a fazer parte de um projecto inovador que tem por objectivo criar uma comunidade transparente que partilha todas as suas experiências 24 horas por dia. Para isso, colocam-lhe ao peito umas micro-câmeras, outras tantas em sua casa, na dos pais, na dos amigos e, instantaneamente, vemos tudo o que se está a passar naquelas vidas. Mae torna-se um fenómeno e, o pior, é que quanto mais se embrenha nesta imersão tecnológica, mais se convence que a privacidade é um conceito egoísta e que esconder as nossas experiências pessoais é um delito para a sociedade. Portanto, vamos lá partilhar tudo, vamos expor tudo, vamos distanciar-nos cada vez mais da nossa família e dos nossos amigos.




Numa das lavagens cerebrais aos integrantes do O Círculo, Eamon Bailey (Tom Hanks), quase nos faz crer que esta transparência generalizada só pode trazer vantagens.


 Quando diz: "Saber é bom. Mas saber tudo é melhor". 

Ou quando pergunta: "Se soubessem que estavam a ser observados, portar-se-iam melhor do que se estivessem sozinhos?"



Apesar de não trazer propriamente nenhuma novidade, este filme fez-me sair da sala com um amargo de boca e a pensar sobre o que ando a fazer da minha vida. Já aqui escrevi sobre o saturada que ando desta escravidão digital, à qual ainda me vou submetendo por causa do blogue. Mas cada vez mais me convenço que isto que andamos a fazer não é normal. Tem as suas vantagens e estamos carecas de saber quais são, mas não é normal que toda a gente saiba onde está toda a gente (mesmo sem se conhecer), que saibamos para onde viajam, o que comem, onde vivem, como são as suas casas, como acordam, como adormecem... E ou muito me engano, ou parece-me que este fenómeno tem prazo de validade. Vai demorar, mas vai voltar o tempo em que será "cool" mantermos a nossa vida onde esta deve estar: na privacidade.



SERÁ?

05/04/2017

GUILTY PLEASURE | SCANDAL



Bastou-me três ou quatro episódios para que SCANDAL entrasse directamente na categoria dos meus prazeres inconfessáveis. Bem, na verdade, de inconfessável não tem nada. Eu diria um prazer culpável do qual não consigo livrar-me. 

Dispensa apresentações. Se gostam de Anatomia de Grey, têm aqui uma forte candidata a fazer-vos as vossas delícias. Além disso, é da mesma autora, Shonda Rhimes, por aí já podem imaginar o que vos espera.






A história: Olivia Pope é uma ex-directora de comunicação da Casa Branca que decide criar o seu próprio gabinete especializado em gestão de crises. Os clientes são a poderosa elite de Washington cujos problemas - pessoais ou profissionais - a protagonista resolve com uma mestria que faria corar a CIA inteira.

Na sua equipa de gladiators, como eles de auto-apelidam - temos advogados, temos detectives, temos hackers, temos um ex-agente secreto que se encarrega de fazer o trabalho sujo. Eles não perguntam, actuam. Não questionam, obedecem. Saibam o que saibam, vejam o que vejam, eles guardam para si. Respeitam-se entre eles e não importa qual deles é o mais fora de lei - disso vamo-nos apercebendo lentamente. Para terem uma ideia, deixo um dos "chavões" de Huck, um dos gladiators com um passado mais complexo: "Se queres matar alguém com segurança, fá-lo tu próprio".




Resolução de escândalos à parte, o eixo central da série, e onde todos os caminhos vão dar, é o affair entre Olivia Pope e o próprio presidente dos EUA, Grant Thomas Fitzerald III, a quem ajudou a ser eleito. No meio desta paixão avassaladora, temos uma primeira-dama resignada mas com pretensões políticas bem vincadas (e qualquer semelhança com os Clinton não é coincidência). Uma mulher traída, por quem deveríamos sentir simpatia ou solidariedade, mas que os guionistas fazem tudo para que odiemos (pelo menos na primeira temporada, porque depois, a coisa muda de figura). 





Este é dos pontos curiosos: como é que os argumentistas se arranjam para que desculpemos deslizes e falhas éticas dos personagens, quando num mundo real tais acções seriam condenáveis. Mas para mim está aí a graça: para realidade, já temos a nossa. Por isso, deixem-nos sonhar!





Com SCANDAL Shonda Rhimes propõe-se, mais uma vez, a elevar ao máximo o nível "de agarre" a que já nos tem habituados com outras séries. Num ritmo alucinante, ela explora um JFK contemporâneo com a sua Marilyn, ela fala de uma mulher com mais poder e inteligência do que a CIA inteira (Olivia Pope), ela dá-nos escândalos, tentativas de assassinato, conspirações, fraudes eleitorais, ou seja, tudo ingredientes que nos fazem esquecer da qualidade duvidosa da série e nos faz querer devorar cada episódio com uma voracidade como eu nunca tinha sentido. São histórias que fogem muitas vezes de toda a lógica e coerência realista, onde todos os personagens cometem delitos de todo o tipo, alguns dos quais merecedores de pena de morte, mas que na série isso não importa nada. O que importa é que nós, telespectadores, quais carneiros adestrados, ficamos pegados ao ecrã mortinhos por saber qual o próximo trunfo que os guionistas vão tirar da manga.      





OLIVIA POPE

Bonita, poderosa, profissional, independente, ambiciosa e negra. Kerry Washington dá vida a este personagem que todos adoram, Olivia Pope, a primeira protagonista negra da televisão americana em quase 40 anos. E que ainda se torna num ícone de estilo. Tudo porque em cada capítulo Olivia Pope muda 20 vezes de roupa, um vestuário muito elogiado por aí fora mas que, na minha opinião, não é para tanto. Tirando os casacos e os vestidos de noite, que são de facto estonteantes, o resto do guarda-roupa parece-me aborrecido. O de SUITS dá-lhe 20 a 0 (vejam aqui).   




Olivia Pope veste quase sempre de cores neutras, adora um black and white, umas luvas até ao cotovelo e nunca dispensa uma boa mala XL, quase sempre Prada. Os casacos e os vestidos de gala são, de facto, a grande mais-valia no estilo da protagonista




Estilo à parte, Olivia é a alma, é fria mas tem o ponto fraco de cair de amores pelo presidente. Tem uma mente ágil, move-se com destreza entre interesses e desejos. Para ela, a palavra cliente é o final de qualquer dúvida. Não lhe importa quão baixo ou sujo seja o assunto a tratar, ela é a melhor e vai resolvê-lo. No entanto, ao longo dos capítulos vamos chegar facilmente a uma conclusão: mesmo que o teu trabalho seja resolver os problemas dos outros, assegura-te de que tens os teus sob controlo, não vá chegar uma Shonda Rhimes e construir uma história com isso. E das boas. 



"OLITZ" e Jake



Eu tenho de confessar. Esta é a razão pela qual estou completamente viciada em SCANDAL. A relação "quero-te aqui e agora" entre Olivia Pope e o presidente Fitzgerald. Uma relação com uma química brutal entre os actores, que passa por todo o tipo de fases, ainda que a maior parte das vezes tudo termine em cenas escaldantes num canto da Casa Branca, a escapar dos Serviços Secretos. Uma constante da série, e que não deixa de ser curioso, são os banhos de chuveiro do presidente com a primeira-dama, que despreza mas que o apoia, ou com a amante, que adora.

E o engraçado de tudo isto é imaginarmos semelhante pessoa a governar o país mais poderoso do mundo, quando a sua principal preocupação é estar com Olivia Pope, deixando para segundo plano crises mundiais e outros problemas "menos importantes", que é como quem diz. 

Mas falta aqui alguém, porque uma grande história de amor não estaria completa sem a outra ponta do triângulo. Aí está Jake, o agente secreto atraente que também venera, como não, a nossa protagonista. Há quem torça para os dois ficarem juntos, não é o meu caso, eu sou absolutamente team olitz. Está mais do que provado que a química entre os actores Kerry Washington e Tony Goldwyn é muito mais convincente, e olhando para eles nem parece que quase 20 anos os separam. Portanto, um grande GO para Olivia Pope e o presidente!  





Apesar de todas as debilidades da série - que são muitas - não podemos ignorar que SCANDAL é atraente, é complexa, é ambígua e é surpreendente. Para mim, incontestavelmente um prazer que me deixa alguma culpa mas, ainda, assim, um prazer. E dos prazeres só podemos retirar coisas boas!

O bom é que vai na sexta temporada e já está garantida uma sétima! 

04/04/2017

OESTE




Hoje deixo uma sugestão em português. Na verdade, é uma sugestão de uma leitora, um "presente" lindo que decidiu partilhar comigo no dia do meu aniversário. Obrigada pelo gesto, significou muito! ❤


Vocês sabem que quando gosto, gosto mesmo. Sou chata, insisto, oiço, vejo, revejo, numa adoração que às vezes pode resvalar para o "enjoo", mas o "Oeste" de Valter Lobo não tem sido o caso, pelo menos até ao momento. Também tenho os meus momentos de lucidez para dizer um basta e deixar "descansar" a coisa, portanto, prometo-vos que quando ficar saturada desta música pararei. Porque mais tarde vou querer voltar a pegar nela.  


Deleitem-se, porque este é um caso de deleite! A letra é muito especial, como podem ver por este trecho do refrão: 

"Só de te abraçar sinto que a música altera, o meu corpo altera, o mundo altera"...


30/03/2017

OS MEUS 34



Queria ter-vos trazido um post cheio de fotos bonitas, mas querem saber a verdade? Ontem estive muito focada em mim, em passar o dia tranquila, em paz, a vivê-lo realmente. Tirando as fotos que quis postar nas redes sociais para que vocês também me acompanhassem um bocadinho, poucas mais tirei. Não é "egoísmo", é aproveitar os momentos enquanto podemos, não concordam?




Ontem esteve um dia lindo, por isso, decidi aproveitar o que de melhor a cidade de Alicante tem: o sol, o mar, as esplanadas, o Porto. 




 Terminei o dia com um jantar num restaurante japonês, mais um favorito, o Miss Sushi, e, já ao final da noite, o bolo e os "Parabéns" em casa, que nunca dispenso. Como disse no Instagram, a vela com a interrogação não é porque quero ocultar a minha idade, é mesmo porque não havia o número 4 na loja! ☺




Não há fotos boas do look, deixo estas meio "tremidas", mas que deixam ver bem a roupa. Como disse atrás, esteve um dia maravilhoso, em que era possível andar na rua sem collants e de manga curta às 11h da noite! Que venham mais dias assim!

Só a blusa é desta temporada e é Zara!





Para o ano há mais!!

BEIJO!


29/03/2017

HOJE, SOU EU A RAINHA!




Escrevi este post ontem, pouco antes da meia noite, porque hoje quero fazer tudo menos olhar para o blogue. 

Eu gosto de fazer anos, mesmo não aceitando a forma como o tempo se me escapa por entre os dedos. Eu gosto de fazer anos porque aprendi a encarar este dia como uma celebração a mais um ano que chega. Como um agradecimento por estar viva, estar feliz e ter saúde. Por ainda ter comigo todas as pessoas que me são importantes. 


É com este espírito que dou as boas-vindas aos 34.


Não peço nada. Não espero nada. Peço que a vida seja tão minha amiga e companheira como tem sido até agora. E já não é pouco! ❤


Com vocês, "encontro-me" aqui amanhã num novo post! ☺


BEIJOO*

28/03/2017

AMAR PELOS DOIS



Há dias em que nos chateamos com as redes sociais. Há dias em que nos questionamos sobre o custo/benefício da presença da internet nas nossas vidas. E depois, chegam até nós estas maravilhas directamente do nosso país e em tempo real e esquecemos todas as dúvidas. Para quem vive fora, para quem não acompanha os canais portugueses e quase não vê televisão (EU!), só tem é de agradecer a todos os santinhos por estarmos no auge da era digital, que nos permite ter um acesso privilegiado à informação.

Quando vi a actuação do Salvador Sobral fiquei sem palavras. Mas com lágrimas nos olhos de tanto orgulho. E não estou a pensar nas possibilidades de Portugal na Eurovisão, até porque acho que esta música é boa demais para ser elevada a um nível tão massificado. Estou a falar de um tipo de música e de artista que Portugal esperava e necessitava há muito tempo. Estou a falar da beleza e da magnitude desta arte que é a música. Estou a falar de emoções.

Amar pelos Dois é emoção pura. Mesmo para quem não entenda uma única palavra. A melodia, a letra, os arranjos, a voz do Salvador... tudo roça a perfeição. Uma perfeição que quis partilhar (a rebentar de orgulho) com alguns ingleses e espanhóis e a opinião foi unânime: SUBLIME! 

Cá em casa, já deixamos de a ouvir, depois de dias e dias a tocar em modo non stop. Porque temos medo que a canção caia na banalidade... e ela é boa demais para deixarmos que isso aconteça.

20/03/2017

COMO ME MANTENHO (MAIS OU MENOS) FIT

Por aqui falamos muito de tendências. Do mais natural, sendo este um blogue mais focado em moda. No entanto - e tenho esperança que já tenham notado -, há algum tempo que venho tentando dar-lhe um conceito mais abrangente. Por nenhum motivo em especial, apenas porque me tem apetecido falar de outros interesses meus e que vão muito para além de roupa e sapatos. Gosto de falar-vos de televisão, de cinema, de música, de receitas, de decoração. Do meu rol de paixões. Sabem aquela pessoa de paixões? Sou eu. Quando gosto, vibro mesmo e quero partilhar, quero falar, quero comentar. E o My True Options tem reflectido isso, as minhas paixões, e é assim que quero que continue.


Hoje, mais uma estreia. Vou falar-vos daquela que eu diria ser uma das tendências mais fortes e com mais adeptos da última década. Falo dos conceitos do "be fit" e "be healthy", ou seja, estarmos com tudo no sítio e ainda gozarmos de plena saúde. Como qualquer tema da actualidade, trending topics nas redes sociais, teríamos aqui um bom motivo de discussão, no entanto, o que pretendo mesmo com o post é partilhar com vocês algumas práticas que me ajudam (acredito) a levar uma vida relativamente saudável. Sem fanatismos nem fundamentalismos. 



ALIMENTAÇÃO



Já aqui falei que tenho cuidado com aquilo que como desde os meus 14 anos. Tenho tendência a níveis altos de triglicéridos, o que me levou a ser seguida até aos 20 anos pela equipa de nutricionistas pediátricos do Hospital São João. Foram anos e anos de "lavagem cerebral", daí que estou mais do que habituada a ler rótulos e a saber aquilo que me faz bem e aquilo que não devo comer. Por sorte, lá em casa os meus pais sempre nos habituaram a uma alimentação bastante equilibrada, o que ajudou neste processo. Por isso mesmo, e sem quaisquer fundamentalismos, posso dizer que:


  • Refrigerantes e néctares estão completamente fora da minha dieta diária, tal como bolos, bolachas e todo o tipo de pastelaria, principalmente a industrial. Já a caseira, ocasionalmente.
  • Enlatados e congelados, o menos possível. 
  • Produtos edulcorados e os chamados "light", nem vê-los! 
  • Dou sempre prioridade a produtos frescos, frutas e legumes de todo o tipo (gosto de quase tudo), adoro feijão e grão de bico, como carne, mas prefiro peixe, principalmente ao jantar. 
  • Como muitos cereais (flocos de trigo sempre), como nozes, avelãs e amêndoas, como presunto (ibérico), evito fiambre (mesmo de perú) e quando compro, prefiro o da perna, porque é o que contém mais % de carne na sua elaboração. 





  • Iogurtes, naturais, sempre. Nada de edulcorados, nem tipo grego. Sabem muito bem mas têm nata e muita gordura. Mel em vez de açúcar, mas prefiro açúcar a qualquer tipo de edulcorantes. Adoro gelatina, mas da que se faz em casa, não a que já vem pronta a comer e sempre da marca Royal. Queijo adoro, de todos os tipos, e não abdico deles, mas diariamente dou prioridade aos frescos ou aos baixos em gordura. 
  • Como chocolate preto todos os dias, aliás, o chocolate é o meu ponto fraco. O de leite é o meu favorito, mas diariamente, evito. Outro ponto fraco são os gelados, que tento comer ocasionalmente, principalmente os de gelo. 
  • Não como fritos, assados muito raramente, mas como estufados, cozidos e grelhados. Como arroz e como massa, como batatas, embora com moderação. A única gordura que utilizo para cozinhar é azeite extra virgem. 
  • Fast food, quase nunca (podem contar-se pelos dedos as vezes que vou num ano). Já pizzas, não resisto de vez em quando, mas sempre confeccionadas com alimentos frescos, nunca congeladas.
  • Não sou adepta da moda das sementes. De vez em quando como aveia misturada com os cereais. 
  • Como canela todos os dias, seja no leite, seja no chã, seja no arroz doce ou leite creme, aqueles doces caseiros que não me importo de comer ocasionalmente.
  • Não bebo álcool diariamente, não bebo café.


Como disse em cima, não sou nada fundamentalista. O que vos conto é o que tento fazer diariamente, no entanto, ao fim-de-semana e em dias de festa faço a minha cota parte de "desvios". O importante é que esses "desvios" sejam a excepção e não a regra. Acima de tudo, para mim, o principal é ter uma dieta equilibrada, onde entram proteínas, frutas e verduras, hidratos e gorduras saudáveis. 


NATAÇÃO


Já andei em ginásios e nunca gostei. Detesto máquinas, detesto aulas de grupo. Já nadar, sempre foi a minha "praia". Toda a gente sabe que a natação é o desporto mais saudável e completo que existe, no entanto, eu faço-o por prazer, seja na piscina, seja na praia. Para não falar do bem tremendo que faz à mente. É incrível como nos podemos sentir relaxados debaixo de água, o estarmos só nós e os nossos pensamentos, a ouvir apenas o som das braçadas. E quando estou sozinha na piscina, aí é o cúmulo do prazer. Nado durante uma hora, três vezes por semana. Mais do que um desporto, é um vício do qual não consigo abdicar. ADORO ADORO E ADORO! Para não falar de todo o equipamento de natação. Há pessoas que são viciadas em roupa de ginásio, eu sou viciada em acessórios para nadar. Adoro fatos de banho, toucas, óculos e afins. E adoro estar gira na piscina. Se também são fãs de natação, deixo alguns items que me inspiram.



CAMINHADAS


Não suporto running. Só corri uma vez na vida, a prova dos 10 km de Barcelona, e embora tenha chegado ao final, tive de fazer uma cruz. É um desporto de alto impacto e penso que muita gente se esquece disso. É preocupante esta ideia generalizada de que todos podem correr. Não podem, e eu sou o exemplo. No entanto, adoro caminhar. Sou capaz de andar horas e horas sem me cansar. Mas o que faço diariamente são pequenas caminhadas de 30 ou 45 minutos, em passo acelerado, com alguns exercícios pelo meio. Mar, música relaxante nos ouvidos e uma boa caminhada. Para mim, não existe melhor.



BICICLETA

Desde criança que adoro uma bicicleta. Hoje em dia, e com muita pena minha, só ando ao fim-de-semana já que por razões logísticas, todo o equipamento se encontra na minha outra casa, para onde vou quase todas as sextas-feiras. Mas sempre que estou lá, tento pegar na bicicleta ao sábado de manhã e andar pelo menos uma hora. É óptimo para as pernas.



E assim de repente, é tudo! ☺


ATÉ AO PRÓXIMO POST!!

14/03/2017

IN LOVE



A música mais perfeita dos últimos tempos. ❤ 

Do tipo, como pode ser tão linda? É de Michael Kiwanuka, um cantor britânico que mistura genialmente os estilos folk e soul, dois dos meus géneros musicais favoritos!

A música chama-se Cold Little Heart e pertence ao genérico de Big Little Lies, a série do momento da HBO, com Nicole Kidman e Reese Witherspoon. Aliás, eu diria que um dos trunfos da série é mesmo a banda sonora! TOP TOP TOP!


10/03/2017

FRIDAY




Um bom fim-de-semana a todos!! Que nos seja brindado com o tempo maravilhoso que tem estado nesta última semana (pelo menos aqui em Alicante) e que eu consiga dar o meu primeiro mergulho do ano! Vamos ver! ☺

ATÉ SEGUNDA!

07/03/2017

TRUE BLOOD | VAMPIROS, FADAS E OUTRAS COISAS SOBRENATURAIS

Mais uma história que termino e mais uma que me vai deixar saudades.

Não porque TRUE BLOOD seja a melhor série que tenha visto nos últimos tempos, está longe disso. Mas porque me marcou. De uma maneira que eu nem consigo explicar. Tem, de certeza, que ver com o elenco de personagens, um grupo com o qual criamos empatia quase sem nos darmos conta. E eu nem falo da protagonista, a Sookie, até porque o perfil desta empregada de mesa com poderes telepáticos e a dar-lhe para o "sonsa", está mais para odiá-la do que para amá-la.




Falo, acima de tudo (e espantem-se) de um vampiro viking com mais de 1000 anos, de perfil taciturno e com um humor cortante. Falo de um cozinheiro (muito) gay com poderes de medium e a quem pertencem as cenas mais hilariantes. Falo de Pam (todos adoram a Pam), a vampira poderosa, gerente do Fangtasia, o bar de vampiros mais divertido de sempre. Falo de Jason Stackhouse, o irmão "justiceiro" da protagonista, um mulherengo invertebrado que não deve muito à inteligência e o único dos protagonistas sem poderes paranormais. E por ai adiante.


TRUE BLOOD é a primeira série de vampiros que vejo. Nunca fui muito dada ao sobrenatural, acima de tudo, não me atrai o anti-natural. Porque sempre me pareceu uma perda de tempo. Afinal, inventar para quê? Se não existe, "what´s the point?". No entanto, pouco a pouco vou mordendo a língua. Já antes mordi com Vikings e com Outlander, duas séries com uma boa dose de fantasia e que acabaram no meu top 5 de preferências, o que não pode ser coincidência. 


Mas do que é que se trata TRUE BLOOD?


Quarteto de vampiros em acção: Eric, Pam, Deborah e Bill


Depois de milhares de anos a viver na sombra, os vampiros vêm finalmente a oportunidade de se inserirem na sociedade e conviverem com os humanos, com os mesmos direitos e deveres. Tudo porque os japoneses descobrem uma maneira de sintetizar artificialmente o sangue humano e daí até o "engarrafarem" e lançarem para o mercado, é um passo. Nasce, então, o True Blood, uma bebida que vem satisfazer as necessidades dos vampiros, que deixam assim de ter de matar humanos para se alimentarem. Isso provocará uma espécie de "revolução social", com uns a favor da integração e outros contra.


Bill e Sookie


No meio desta mudança, está Bon Temps, uma pequena povoação no norte de Louisiana onde vive Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma empregada de mesa que tem um dom que despreza: é capaz de ler os pensamentos dos restantes humanos. Sookie vai-se apaixonar por Bill Compton (Stephen Moyer), um vampiro "decente" mas cuja relação lhe vai trazer muitos problemas ao longo das temporadas (isto na ficção, porque na vida real acabam por se casar e ter gémeos ☺).

Para animar a coisa, temos Eric Northman (Alexander Skarsgard), o vampiro veterano e sheriff da zona 5 (que é uma espécie de supervisor de vampiros do Louisiana), o impoliticamente correcto e de carácter duvidoso (ou isso nos é levado a crer nas primeiras temporadas). Forma com Sookie e Bill um interessante triângulo amoroso, com uma relação a balançar frequentemente entre o amor e o ódio, entre o bromance e a rivalidade. É, indiscutivelmente, o meu personagem favorito, com Alexander Skarsgard a dar um show de interpretação e a encontrar neste papel a rampa de lançamento de uma carreira que hoje em dia está no auge. As melhores cenas, as mais divertidas e desconcertantes, são as do Eric, seja a contracenar com a sua protegida - a Pam, a vampira mais maravilhosa de sempre e que não se podia parecer mais com o seu "maker" -, seja com Sookie ou com Bill


Eric e Sookie


A esta história, juntam-se, ainda, boas histórias secundárias que envolvem personagens que se transformam em animais, bruxas, fadas e homens-lobo. Curiosidade: o chefe da manada dos lobos, Alcyde, é interpretado pelo marido de Sofia VergaraJoe Manganiello, que também se vai apaixonar por Sookie, e não nos ficamos por aqui.

É por causa deste "excesso" de fantasia - que de resto se vai intensificando à medida que as temporadas passam - que os críticos defendem que a série perde o rumo. Eu não concordo. Tirando talvez as duas últimas temporadas, que me pareceram algo forçadas e com um final que pode desagradar aos mais românticos, a série conseguiu sempre manter um bom nível de interesse, com histórias cruzadas bem delineadas e que, muitas vezes, tiraram o protagonismo à trama central. 



Jason Stackhouse e o detective Andy Bellefleur, a força policial da povoação



Apesar de todas as críticas que sofreu, a verdade é que TRUE BLOOD mantém-se de pedra e cal como um dos grandes êxitos da HBO nos últimos anos (esteve no ar entre 2008 e 2014). E não podemos ignorar que tem um dos melhores genéricos de sempre, com um Bad Things de Jace Everret a meter-se-nos na cabeça para nunca mais sair. Ainda agora canto "I wanna do bad things with you". ☺



Mas volto a frisar para depois não dizerem que não vos avisei: se tiverem curiosidade de ver, preparem-se, porque o final pode não vos agradar. Mas o resto vale a pena e mais não digo.


24/02/2017

FRIDAY



Bom fim-de-semana!! 

Divirtam-se muito (se forem team Carnaval) e encontramo-nos aqui na segunda-feira!! 

BEIJO ❤

10/02/2017

FRIDAY





O tempo é um luxo. Tal como o é uma mala Fendi, uma carro topo de gama ou um quarto cinco estrelas no Dubai. Desde criança, que muitas vezes dou por mim a tentar pará-lo e, talvez por isso, nunca tive pressa de chegar à idade adulta. Aquela pressa que via nas minhas amigas, ansiosas para terem um namorado, para poderem sair à noite, para calçar uns saltos altos ou ir para a faculdade. Eu gostava de ser criança, e por ter uma noção muito realista do tempo, sabia que tinha de aproveitar enquanto durasse.

Tudo isto para dizer-vos o quê? Que passamos semanas e meses a desejar que cheguem as sextas-feiras, numa ânsia incontrolável que ignora, ou quer ignorar, o facto de que quanto mais sextas-feiras chegarem mais o tempo se nos escapa por entre os dedos.

Estamos já na sexta sexta-feira do ano e ainda agora 2017 começou... É assustador, não é? Como não é possível pararmos (nem comprarmos) o tempo, vamos aproveitar cada segundo dos nossos dias e vivê-los como se fossem sextas-feiras. O tempo vai ser o mesmo, mas vamos vivê-lo muito mais felizes. 


Tenham um excelente fim-de-semana!! 

03/02/2017

FRIDAY




De volta, também, aos meus "Friday"!! ☺
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana, segunda-feira há mais!


02/02/2017

SÉRIE | THE HALCYON



Esta série é para quem morre de saudades de Downton Abbey (review aqui). Porque vai, de certeza, preencher um bocadinho desse vazio. 

Não chego ao ponto de dizer que The Halcyon é tão brilhante quanto a antecessora. Basta ter sido criada a reboque da série que revolucionou a maneira como o mundo passou a olhar para as produções britânicas. Mas é, igualmente, uma produção de topo, com factos históricos bastante fiéis e detalhados, actores e interpretações incríveis e histórias de amor (impossíveis) que sempre dão uma corzinha a qualquer série. E a música a ocupar um lugar de destaque, como se de mais um personagem se tratasse!




Numa altura em que toda a gente fala de The Crown e Victoria, séries históricas inspiradas na realeza inglesa e bastante aplaudidas pela crítica, eu deixo-me encantar por uma realidade mais próxima e mais simplista, ao bom género da família Crawley: a de histórias passadas num luxuoso hotel de cinco estrelas de Londres, os dramas de patrões, clientes e criados, em plena Segunda Guerra Mundial. O interior do estabelecimento, sempre animado por grandiosas festas, retrata de alguma forma a resistência ao drama que está a acontecer fora daquelas quatro paredes.





Estreou no início de 2017, ainda só foram para o ar cinco episódios, mas eu já me atrevo a dizer que temos série. Dois capítulos foram o bastante para eu ter ficado viciada.

Sobre os actores que entram em The Halcyon? Para os seriéfilos, muitas caras conhecidas: temos Matt Ryan (Criminal Minds, Arrow, Constantine) que interpreta um jornalista americano que vai relatando a maneira como Londres encara a guerra; Alex Jennings (The Crown e Victoria), o dono do hotel; Jamie Blackley (The Borgias), o primogénito e herdeiro; e a protagonista e sub-gerente, Hermione Corfield, conhecida pelos papéis em filmes recentes como Mission: Impossible - Rogue Nation, Mr. Holmes e Pride and Prejudice and Zombies.


O trailer é um bom adianto daquilo que vai acontecer nos primeiros episódios.




Animados para verem? Tenho a certeza que vão adorar esta série, ou não estaria aqui a falar dela! 

ATÉ AO PRÓXIMO POST ❤.

23/12/2016

FELIZ NATAL!!



A toda a gente que passa por aqui, que me segue há dois dias, há dois meses ou desde sempre, quero desejar-vos umas BOAS FESTAS, um Natal feliz, recheado de tudo, mas essencialmente de saúde e muita harmonia! Agarrem-se muito a quem mais gostam, distribuam sorrisos, abraços, beijos. Riam até não poderem, comam até rebolarem, vivam intensamente esta magia que só o Natal é capaz de trazer a todos os lares. Porque o que fica são sempre as memórias.


Eu espero-vos aqui, como sempre!



ATÉ 2017! ❤

19/12/2016

SUNDAY



Bom dia!! ☺
Ontem, com o frio e chuva e vento (não nos pudemos queixar, tivemos direito a tudo!) só apetecia estar enfiados dentro de casa. Nesta zona de Alicante houve tempestade e inundações, como eu nunca havia presenciado antes. O mar, sempre calmo e sereno, estava super agitado, com ondas (quase nunca há) a convidarem alguns surfistas aventureiros a pegarem nas pranchas e tentarem a sua sorte. Medricas como só eu, era ver-me a olhar pelas janelas a cada 5 minutos, na expectativa de ver a água a subir e trepar pelo prédio a cima!! Claro que era tudo exagero meu (e não vivesse eu num 16º andar em relação à linha do mar)! Mas enfim, eu penso sempre no pior!

Como dizia antes, nestes dias o melhor é mesmo não sair de casa e inventar programas que nos mantenham entretidos. Fiz alguns embrulhos, vi o filme Polar Express, decorei uma mesa com alguns doces de Natal típicos daqui (turrón, polvorones, etc) e, tema deste post, aproveitei para experimentar uma receita que tinha visto há dias no Youtube e que me pareceu deliciosa!

São as chamadas "rabanadas saudáveis" e eu vou dizer-vos como se faz. 




Vão precisar de: Duas fatias grossas de pão de forma integral. Frutos silvestres. Um ovo. Uma banana. Canela. Nozes. Iogurte grego ou natural. Mel.


Vão fazer um corte longitudinal no meio de cada rabanada (sem chegar com a faca ao final da fatia, de forma a criar uma espécie de "bolsa") e rechear com os frutos da vossa preferência (amoras, mirtilos, framboesas, morangos). Depois, trituram a banana juntamente com o ovo e a canela e passam cada fatia por esta mistura, estilo panado. Untam uma frigideira com algum tipo de gordura (azeite, óleo de coco,...), deixam aquecer e colocam as fatias a "fritar". Quando estiveram douradas, retiram e decoram com iogurte, nozes e mel!


E está pronto! ❤




Com o calor, os frutos amolecem e largam um soro que misturado com o pão e o iogurte e as nozes, fica delicioso!  




Eu adoro as rabanadas tradicionais, aliás, vou fazê-las em casa da sogra, mas, para variar, esta receita é uma óptima alternativa. Mais saudável e muito saborosa.


Bom apetite! :)