09/03/2017

OLIVIA PALERMO NAS FASHION WEEKS | PARIS

Gosto tanto de ver esta Olivia chique, trendy, mas sem inventar muito? É, na minha opinião, com este tipo de looks que melhor se defende, looks femininos e simples. Gosto muito dos dois (tirem-lhe estes sapatos Givenchy, por favor, odeio-os!), mas tenho uma queda pelo segundo, porque junta algumas das minhas peças favoritas, como são o maxi colete (da Zara!), as botas over the knee e a blusa fluída.


Só poderia gostar. Temos um look com uma base muito Olivia Palermo, mas com o apontamento do trench em jeans, que lhe deu uma pinta brutal.


Sabem o que é ser uma queen do street style? É dar-se ao luxo de vestir simples e sem grandes floreados numa fashion week, de não sair para a rua enfeitada como se fosse para um baile de máscaras e, ainda assim, ter todas as atenções centradas em si. Esta é a Olivia Palermo, uma Olivia que decide assistir a um desfile com umas calças largas e um casaco de estilo militar e parecer perfeita. Noutra ocasião, decide arriscar nos mesmos tons e usar uma saia comprida estampada e um maxi casaco preto, que me pareceu combinar lindamente com o look.   


Não fossem as calças com aquele corte frontal, uma tendência da qual não gosto mesmo nada, este look estaria nota 10. A fita no cabelo tornou o conjunto muito especial, para não falar do casaco de pêlo, que é só a peça mais espectacular.


Aqui, vemos um registo mais casual, com o qual eu me identifico muito. Temos uma peça central giríssima, que é o casaco de pêlo, temos uns sneakers Roger Vivier que eu não me importava nada de ter uns iguais e, depois, uns jeans super descontraídos. O toque final, fica para o chocker e a mala com um padrão colorido. 


Mais um conjunto simples, mas com peças cheias de personalidade. Adoro as pantalonas cinza matizado e adoro a maneira como a Olivia Palermo as combinou com uma malha preta e a gola de pêlo. Os óculos de sol tamanho XL a darem-lhe aquele ar de diva que eu adoro!


O primeiro é o look é aquele que menos gostei nesta semana da moda. Como sempre, é por causa das misturas, com as quais há que ter muito cuidado, principalmente no inverno, com tantos materiais e texturas envolvidos. Não é que não goste da combinação, mas acontece que olho de cima a baixo e não me parece harmonioso. Gosto da blusa roxa com o verde do casaco mas, depois, vamos descendo e vejo uma saia com fenda, uns collants opacos e os sapatos que eu odeio (ok, a culpa deve ser mesmo dos sapatos!). ☺ O segundo look, a Olivia usou num evento nocturno e pareceu-me muito chique. Adoro o conjunto em veludo, adoro a cor e adoro o cinto por cima do blazer. Os cintos estão a voltar em força, vamos lá "desempacotar" os nossos! 


Gosto muito deste look. Acho muito boa a ideia de combinar este tipo de botas da Dior (amo, amo, amo!) com peças mais femininas, como a saia comprida, a blusa fluída e a mala bordada com pedras. O chocker, nos mais variados modelosfoi o acessório mais usado nesta temporada de fashion weeks e aqui podemos ver mais um. 


Dois looks que adoro e que fazem  muito o meu género. O primeiro, sem comentários, porque já falei das calças e dos sneakers, e o casaco está-se mesmo a ver que é a minha cara (mais um!!). O segundo, mais uma aposta ganha, com umas calças com barra lateral lindas de morrer e uma malha tipo capa e um lenço que tornaram o look muito feminino. Vou falar também dos óculos de sol Salvatore Ferragamo, um modelo que acho maravilhoso.



Mais fotos da Olivia Palermo no meu Pinterest.

07/03/2017

TRUE BLOOD | VAMPIROS, FADAS E OUTRAS COISAS SOBRENATURAIS

Mais uma história que termino e mais uma que me vai deixar saudades.

Não porque TRUE BLOOD seja a melhor série que tenha visto nos últimos tempos, está longe disso. Mas porque me marcou. De uma maneira que eu nem consigo explicar. Tem, de certeza, que ver com o elenco de personagens, um grupo com o qual criamos empatia quase sem nos darmos conta. E eu nem falo da protagonista, a Sookie, até porque o perfil desta empregada de mesa com poderes telepáticos e a dar-lhe para o "sonsa", está mais para odiá-la do que para amá-la.




Falo, acima de tudo (e espantem-se) de um vampiro viking com mais de 1000 anos, de perfil taciturno e com um humor cortante. Falo de um cozinheiro (muito) gay com poderes de medium e a quem pertencem as cenas mais hilariantes. Falo de Pam (todos adoram a Pam), a vampira poderosa, gerente do Fangtasia, o bar de vampiros mais divertido de sempre. Falo de Jason Stackhouse, o irmão "justiceiro" da protagonista, um mulherengo invertebrado que não deve muito à inteligência e o único dos protagonistas sem poderes paranormais. E por ai adiante.


TRUE BLOOD é a primeira série de vampiros que vejo. Nunca fui muito dada ao sobrenatural, acima de tudo, não me atrai o anti-natural. Porque sempre me pareceu uma perda de tempo. Afinal, inventar para quê? Se não existe, "what´s the point?". No entanto, pouco a pouco vou mordendo a língua. Já antes mordi com Vikings e com Outlander, duas séries com uma boa dose de fantasia e que acabaram no meu top 5 de preferências, o que não pode ser coincidência. 


Mas do que é que se trata TRUE BLOOD?


Quarteto de vampiros em acção: Eric, Pam, Deborah e Bill


Depois de milhares de anos a viver na sombra, os vampiros vêm finalmente a oportunidade de se inserirem na sociedade e conviverem com os humanos, com os mesmos direitos e deveres. Tudo porque os japoneses descobrem uma maneira de sintetizar artificialmente o sangue humano e daí até o "engarrafarem" e lançarem para o mercado, é um passo. Nasce, então, o True Blood, uma bebida que vem satisfazer as necessidades dos vampiros, que deixam assim de ter de matar humanos para se alimentarem. Isso provocará uma espécie de "revolução social", com uns a favor da integração e outros contra.


Bill e Sookie


No meio desta mudança, está Bon Temps, uma pequena povoação no norte de Louisiana onde vive Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma empregada de mesa que tem um dom que despreza: é capaz de ler os pensamentos dos restantes humanos. Sookie vai-se apaixonar por Bill Compton (Stephen Moyer), um vampiro "decente" mas cuja relação lhe vai trazer muitos problemas ao longo das temporadas (isto na ficção, porque na vida real acabam por se casar e ter gémeos ☺).

Para animar a coisa, temos Eric Northman (Alexander Skarsgard), o vampiro veterano e sheriff da zona 5 (que é uma espécie de supervisor de vampiros do Louisiana), o impoliticamente correcto e de carácter duvidoso (ou isso nos é levado a crer nas primeiras temporadas). Forma com Sookie e Bill um interessante triângulo amoroso, com uma relação a balançar frequentemente entre o amor e o ódio, entre o bromance e a rivalidade. É, indiscutivelmente, o meu personagem favorito, com Alexander Skarsgard a dar um show de interpretação e a encontrar neste papel a rampa de lançamento de uma carreira que hoje em dia está no auge. As melhores cenas, as mais divertidas e desconcertantes, são as do Eric, seja a contracenar com a sua protegida - a Pam, a vampira mais maravilhosa de sempre e que não se podia parecer mais com o seu "maker" -, seja com Sookie ou com Bill


Eric e Sookie


A esta história, juntam-se, ainda, boas histórias secundárias que envolvem personagens que se transformam em animais, bruxas, fadas e homens-lobo. Curiosidade: o chefe da manada dos lobos, Alcyde, é interpretado pelo marido de Sofia VergaraJoe Manganiello, que também se vai apaixonar por Sookie, e não nos ficamos por aqui.

É por causa deste "excesso" de fantasia - que de resto se vai intensificando à medida que as temporadas passam - que os críticos defendem que a série perde o rumo. Eu não concordo. Tirando talvez as duas últimas temporadas, que me pareceram algo forçadas e com um final que pode desagradar aos mais românticos, a série conseguiu sempre manter um bom nível de interesse, com histórias cruzadas bem delineadas e que, muitas vezes, tiraram o protagonismo à trama central. 



Jason Stackhouse e o detective Andy Bellefleur, a força policial da povoação



Apesar de todas as críticas que sofreu, a verdade é que TRUE BLOOD mantém-se de pedra e cal como um dos grandes êxitos da HBO nos últimos anos (esteve no ar entre 2008 e 2014). E não podemos ignorar que tem um dos melhores genéricos de sempre, com um Bad Things de Jace Everret a meter-se-nos na cabeça para nunca mais sair. Ainda agora canto "I wanna do bad things with you". ☺



Mas volto a frisar para depois não dizerem que não vos avisei: se tiverem curiosidade de ver, preparem-se, porque o final pode não vos agradar. Mas o resto vale a pena e mais não digo.


06/03/2017

BOA SEMANA!



Bom dia! Hoje, não quero que o foco sejam as imagens. 

Venho desejar-vos uma semana feliz e explicar o motivo pelo qual ultimamente não ando tão assídua nas redes sociais. O motivo é simples: vejo-me saturada desta escravidão digital a que nos submetemos diariamente. Nunca gostei que as coisas me fossem impostas e costumava pensar que usufruía de certa liberdade nas minhas escolhas (o My True Options vem daí). Também não lido bem com histerias gerais e com a falta de originalidade que vemos nos dias que correm. Parece-me muito estranho que hoje todos tenhamos o mesmo lifestyle, que partilhemos dos mesmos gostos, que façamos as mesmas viagens, que nos alimentemos das mesmas coisas, que tenhamos os mesmos hobbies. Incomoda-me, acima de tudo, o não pensarmos por nós próprios, que as nossas opiniões sejam fruto daquilo que vamos "recolhendo" digitalmente. 

E eu encontrei-me (encontro-me) enredada nesta teia viciante e não gosto do que vejo. Pior, não gosto de como me faz sentir. Escrava, dependente, ansiosa. É terrível o sentimento de estar a perder (ou não estar a aproveitar) uma parte importante da minha vida em função de uma fotografia ou um vídeo no Instagram. Eu tenho um blogue, é um facto, como há muitos anos já tive um diário ou um caderno onde escrevia. Eu tenho um blogue onde escrevo quando me apetece, porque é um hobbie, e como qualquer outro hobbie supõe-se que deve trazer sentimentos de prazer, liberdade, alegria, até. E é isso que eu quero. Mesmo sabendo que as redes sociais são uma parte indissociável de um blogue e que dificilmente este sobreviverá são e salvo sem a sua ajuda. Mas são escolhas. E a vida é feita de escolhas. Se eu tiver de escolher entre a escravidão de actualizar diariamente as redes sociais e o facto de me sentir livre e feliz, eu definitivamente fico com a segunda opção. Custe o que tiver de me custar. Seja likes, seja seguidores. 

Já aqui escrevi sobre o facto de não me sentir obrigada a comprar roupas novas só porque tenho um blogue. Disse e volto a dizer: compro quando tenho de comprar, quando gosto, quando preciso e quando sei que vou usar muito. Portanto, nas redes sociais quero que seja igual: vou publicar quando sentir que devo e não porque me sinta obrigada.  

E eu espero que vocês entendam. ❤❤❤





ATÉ AO PRÓXIMO POST!

02/03/2017

OLIVIA PALERMO NAS FASHION WEEKS | MILÃO

Um look "tudo de bom". Boyfriend jeans rasgados e com bainha virada misturados com peças de estilo militar e uns scarpins nude com atilhos. Na minha opinião, Olivia Palermo acertou em cheio. Sem dúvida, um dos meus conjuntos favoritos desta temporada de Milão (amo, amo, amo o trench). 


O estilo militar a vestir mais um look. Gosto, está harmonioso, mas pareceu-me ligeiramente "banal" para um evento de moda. Acho que falta ali aquele apontamento especial que estamos habituados a ver na Olivia. Do segundo look, não gostei mesmo. Estão ali uns mix de texturas que não me pareceram funcionar. 


O preto e branco é uma aposta sempre segura. Neste caso, a Olivia usou uma sobreposição de partes de cima que resultou lindamente com umas calças mais descontraídas. Não fossem os sapatos (tenho uma embirração com este modelo) e estaria perfeito. 


Dois looks que não me convenceram absolutamente. Eu sempre achei que a Olivia Palermo era a rainha dos mix & match, no entanto, acho que ela acerta sempre mais no mix de padrões do que de texturas. O primeiro look resultou bastante pesado e o segundo, nada a ver. Primeiro, não sou fã deste estilo de calças, e depois não gostei da conjugação das cores (preto, com vermelho nos sapatos e na malha e, a piorar, um cinto bege). O cabelo aos "cachos" também não me parece ter sido uma boa ideia para usar com este look. Dos piores conjuntos que vi a Olivia usar nos últimos tempos (ou anos!).   


Adorei este! O vestido é lindo, dos óculos de sol nem vou falar, e gostei da conjugação com as botinhas de cano curto. Deu-lhe um ar super chique e moderno. 


Imagino-me facilmente a usar o primeiro look. Tem tudo a ver comigo, cada peça de roupa, as cores, os acessórios... Também gosto do segundo look, gosto da saia de pregas combinada com uma malha XL e uma camisa, gosto dos botins. Só acho que não favoreceu a Olivia, deu-lhe um ar envelhecido.


Estas e outras fotos da OP no meu Pinterest.


28/02/2017

SNEAKERS IS ALWAYS A GOOD IDEA



Facto. Nunca se viu tantos ténis nos looks de rua como hoje em dia. E se há uns anos me dissessem que um dia ia ser fã nº1, eu não acreditaria. Mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e, actualmente, vemos uma indústria completamente "oleada" no que a este género de sapatos diz respeito, com a criação de modelos cada vez mais inusitados e adaptáveis a qualquer tipo de roupa (ou quase). Uma coisa é certa, quer gostemos mais ou menos, temos de concordar de que os ténis vieram salvar as nossas vidas. No meu caso, se disser que actualmente me calçam 70% dos meus dias não estou a exagerar.  Mas, atenção, prefiro os modelos com um toque ou detalhe especial e o menos possível "desportivos".

O modelo que vos mostro hoje é dos saldos da Zara, é um estilo bota em nude e com o detalhe do lenço no tornozelo que me pareceu ideal.


LOOK
Ténis, leggings, blusa e chocker Zara | Casaco Massimo Dutti | Mala Carolina Herrera | Óculos de sol Chloé