29/03/2017

HOJE, SOU EU A RAINHA!




Escrevi este post ontem, pouco antes da meia noite, porque hoje quero fazer tudo menos olhar para o blogue. 

Eu gosto de fazer anos, mesmo não aceitando a forma como o tempo se me escapa por entre os dedos. Eu gosto de fazer anos porque aprendi a encarar este dia como uma celebração a mais um ano que chega. Como um agradecimento por estar viva, estar feliz e ter saúde. Por ainda ter comigo todas as pessoas que me são importantes. 


É com este espírito que dou as boas-vindas aos 34.


Não peço nada. Não espero nada. Peço que a vida seja tão minha amiga e companheira como tem sido até agora. E já não é pouco! ❤


Com vocês, "encontro-me" aqui amanhã num novo post! ☺


BEIJOO*

28/03/2017

AMAR PELOS DOIS



Há dias em que nos chateamos com as redes sociais. Há dias em que nos questionamos sobre o custo/benefício da presença da internet nas nossas vidas. E depois, chegam até nós estas maravilhas directamente do nosso país e em tempo real e esquecemos todas as dúvidas. Para quem vive fora, para quem não acompanha os canais portugueses e quase não vê televisão (EU!), só tem é de agradecer a todos os santinhos por estarmos no auge da era digital, que nos permite ter um acesso privilegiado à informação.

Quando vi a actuação do Salvador Sobral fiquei sem palavras. Mas com lágrimas nos olhos de tanto orgulho. E não estou a pensar nas possibilidades de Portugal na Eurovisão, até porque acho que esta música é boa demais para ser elevada a um nível tão massificado. Estou a falar de um tipo de música e de artista que Portugal esperava e necessitava há muito tempo. Estou a falar da beleza e da magnitude desta arte que é a música. Estou a falar de emoções.

Amar pelos Dois é emoção pura. Mesmo para quem não entenda uma única palavra. A melodia, a letra, os arranjos, a voz do Salvador... tudo roça a perfeição. Uma perfeição que quis partilhar (a rebentar de orgulho) com alguns ingleses e espanhóis e a opinião foi unânime: SUBLIME! 

Cá em casa, já deixamos de a ouvir, depois de dias e dias a tocar em modo non stop. Porque temos medo que a canção caia na banalidade... e ela é boa demais para deixarmos que isso aconteça.

27/03/2017

SIDE STRIPE PANTS



Precisava de uma semana para mim, daí nos últimos dias ter estado totalmente off do blogue (eu sei que vocês entendem). ☺ Esta semana prometo que vai ser diferente e, para começar, um look com umas calças de listras laterais que adoro. Sabem que esta foi uma das principais tendências deste Outono/Inverno, mas não foi fácil encontrar umas que me convencessem. Contra todas as expectativas, encontrei este modelo com a listra em amarelo já no fim dos saldos da Zara e tenho usado bastante desde então.

Aqui, decidi usar o truque da sobreposição e gostei do resultado, porque me revejo muito. Sou eu, sinto-me confortável e isso, para mim, é o mais importante num look.


As peças são todas Zara de colecções passadas, excepto os botins, que são Massimo Dutti desta temporada. 










Espero que gostem!!

20/03/2017

COMO ME MANTENHO (MAIS OU MENOS) FIT

Por aqui falamos muito de tendências. Do mais natural, sendo este um blogue mais focado em moda. No entanto - e tenho esperança que já tenham notado -, há algum tempo que venho tentando dar-lhe um conceito mais abrangente. Por nenhum motivo em especial, apenas porque me tem apetecido falar de outros interesses meus e que vão muito para além de roupa e sapatos. Gosto de falar-vos de televisão, de cinema, de música, de receitas, de decoração. Do meu rol de paixões. Sabem aquela pessoa de paixões? Sou eu. Quando gosto, vibro mesmo e quero partilhar, quero falar, quero comentar. E o My True Options tem reflectido isso, as minhas paixões, e é assim que quero que continue.


Hoje, mais uma estreia. Vou falar-vos daquela que eu diria ser uma das tendências mais fortes e com mais adeptos da última década. Falo dos conceitos do "be fit" e "be healthy", ou seja, estarmos com tudo no sítio e ainda gozarmos de plena saúde. Como qualquer tema da actualidade, trending topics nas redes sociais, teríamos aqui um bom motivo de discussão, no entanto, o que pretendo mesmo com o post é partilhar com vocês algumas práticas que me ajudam (acredito) a levar uma vida relativamente saudável. Sem fanatismos nem fundamentalismos. 



ALIMENTAÇÃO



Já aqui falei que tenho cuidado com aquilo que como desde os meus 14 anos. Tenho tendência a níveis altos de triglicéridos, o que me levou a ser seguida até aos 20 anos pela equipa de nutricionistas pediátricos do Hospital São João. Foram anos e anos de "lavagem cerebral", daí que estou mais do que habituada a ler rótulos e a saber aquilo que me faz bem e aquilo que não devo comer. Por sorte, lá em casa os meus pais sempre nos habituaram a uma alimentação bastante equilibrada, o que ajudou neste processo. Por isso mesmo, e sem quaisquer fundamentalismos, posso dizer que:


  • Refrigerantes e néctares estão completamente fora da minha dieta diária, tal como bolos, bolachas e todo o tipo de pastelaria, principalmente a industrial. Já a caseira, ocasionalmente.
  • Enlatados e congelados, o menos possível. 
  • Produtos edulcorados e os chamados "light", nem vê-los! 
  • Dou sempre prioridade a produtos frescos, frutas e legumes de todo o tipo (gosto de quase tudo), adoro feijão e grão de bico, como carne, mas prefiro peixe, principalmente ao jantar. 
  • Como muitos cereais (flocos de trigo sempre), como nozes, avelãs e amêndoas, como presunto (ibérico), evito fiambre (mesmo de perú) e quando compro, prefiro o da perna, porque é o que contém mais % de carne na sua elaboração. 





  • Iogurtes, naturais, sempre. Nada de edulcorados, nem tipo grego. Sabem muito bem mas têm nata e muita gordura. Mel em vez de açúcar, mas prefiro açúcar a qualquer tipo de edulcorantes. Adoro gelatina, mas da que se faz em casa, não a que já vem pronta a comer e sempre da marca Royal. Queijo adoro, de todos os tipos, e não abdico deles, mas diariamente dou prioridade aos frescos ou aos baixos em gordura. 
  • Como chocolate preto todos os dias, aliás, o chocolate é o meu ponto fraco. O de leite é o meu favorito, mas diariamente, evito. Outro ponto fraco são os gelados, que tento comer ocasionalmente, principalmente os de gelo. 
  • Não como fritos, assados muito raramente, mas como estufados, cozidos e grelhados. Como arroz e como massa, como batatas, embora com moderação. A única gordura que utilizo para cozinhar é azeite extra virgem. 
  • Fast food, quase nunca (podem contar-se pelos dedos as vezes que vou num ano). Já pizzas, não resisto de vez em quando, mas sempre confeccionadas com alimentos frescos, nunca congeladas.
  • Não sou adepta da moda das sementes. De vez em quando como aveia misturada com os cereais. 
  • Como canela todos os dias, seja no leite, seja no chã, seja no arroz doce ou leite creme, aqueles doces caseiros que não me importo de comer ocasionalmente.
  • Não bebo álcool diariamente, não bebo café.


Como disse em cima, não sou nada fundamentalista. O que vos conto é o que tento fazer diariamente, no entanto, ao fim-de-semana e em dias de festa faço a minha cota parte de "desvios". O importante é que esses "desvios" sejam a excepção e não a regra. Acima de tudo, para mim, o principal é ter uma dieta equilibrada, onde entram proteínas, frutas e verduras, hidratos e gorduras saudáveis. 


NATAÇÃO


Já andei em ginásios e nunca gostei. Detesto máquinas, detesto aulas de grupo. Já nadar, sempre foi a minha "praia". Toda a gente sabe que a natação é o desporto mais saudável e completo que existe, no entanto, eu faço-o por prazer, seja na piscina, seja na praia. Para não falar do bem tremendo que faz à mente. É incrível como nos podemos sentir relaxados debaixo de água, o estarmos só nós e os nossos pensamentos, a ouvir apenas o som das braçadas. E quando estou sozinha na piscina, aí é o cúmulo do prazer. Nado durante uma hora, três vezes por semana. Mais do que um desporto, é um vício do qual não consigo abdicar. ADORO ADORO E ADORO! Para não falar de todo o equipamento de natação. Há pessoas que são viciadas em roupa de ginásio, eu sou viciada em acessórios para nadar. Adoro fatos de banho, toucas, óculos e afins. E adoro estar gira na piscina. Se também são fãs de natação, deixo alguns items que me inspiram.



CAMINHADAS


Não suporto running. Só corri uma vez na vida, a prova dos 10 km de Barcelona, e embora tenha chegado ao final, tive de fazer uma cruz. É um desporto de alto impacto e penso que muita gente se esquece disso. É preocupante esta ideia generalizada de que todos podem correr. Não podem, e eu sou o exemplo. No entanto, adoro caminhar. Sou capaz de andar horas e horas sem me cansar. Mas o que faço diariamente são pequenas caminhadas de 30 ou 45 minutos, em passo acelerado, com alguns exercícios pelo meio. Mar, música relaxante nos ouvidos e uma boa caminhada. Para mim, não existe melhor.



BICICLETA

Desde criança que adoro uma bicicleta. Hoje em dia, e com muita pena minha, só ando ao fim-de-semana já que por razões logísticas, todo o equipamento se encontra na minha outra casa, para onde vou quase todas as sextas-feiras. Mas sempre que estou lá, tento pegar na bicicleta ao sábado de manhã e andar pelo menos uma hora. É óptimo para as pernas.



E assim de repente, é tudo! ☺


ATÉ AO PRÓXIMO POST!!

16/03/2017

DESEJO



Não fosse custar quase 300€ e este macacão seria meu de certeza. É da UTERQUE, é em pele e, para mim, está fora de questão investir tanto dinheiro numa peça tão tendência. 

Mas que é de sonho e que é a minha cara, disso não tenho a mais pequena dúvida. ❤



14/03/2017

IN LOVE



A música mais perfeita dos últimos tempos. ❤ 

Do tipo, como pode ser tão linda? É de Michael Kiwanuka, um cantor britânico que mistura genialmente os estilos folk e soul, dois dos meus géneros musicais favoritos!

A música chama-se Cold Little Heart e pertence ao genérico de Big Little Lies, a série do momento da HBO, com Nicole Kidman e Reese Witherspoon. Aliás, eu diria que um dos trunfos da série é mesmo a banda sonora! TOP TOP TOP!


13/03/2017

20TH CENTURY STYLE ICONS | ROBERT REDFORD



Já tinha saudades deste tema aqui no blogue. Depois de Jackie Kennedy, Grace Kelly e Brigitte Bardot, achei que seria engraçado falar de um homem que também deixou a sua "pegada" de estilo no século passado (e continua a deixar nos dias de hoje). E a minha escolha não poderia ser outra senão o grande, o senhor-cheio-de pinta Robert Redford. O último galã vivo dos grandes galãs.

Perguntemos às nossas mães ou avós quem era o homem mais atraente das décadas de 60, 70 e 80 e certamente a resposta será unânime. Para além de um carisma e beleza fora do comum, Redford tinha o dom de tornar tendência tudo aquilo em que tocava. Por isso mesmo, há décadas que tem assegurado um lugar no Olimpo dos homens com mais estilo de sempre.




A Juventude e o Êxito no Cinema

O início não foi fácil. Filho de emigrantes irlandeses, viu-se órfão de mãe ainda antes de completar os 20 anos, o que acabaria por ditar uma juventude rebelde e repleta de excessos. Durante um ano - entre 1956 e 1957 -, viajou pela Europa e experimentou uma vida de artista itinerante da qual regressou totalmente desiludido. Já nos EUA, uma depressão fá-lo cair nas garras do alcoolismo, um vício do qual só se consegue livrar quando conhece Lola van Wagenen, uma universitária católica de classe média com quem se viria a casar pouco tempo depois.


Redford com Lola van Wagenen, com quem esteve casado 27 anos anos e de quem teve quatro filhos, o primogénito falecido pouco tempo depois de nascer, por morte súbita. Um episódio triste que marcou profundamente o actor.


A fama de sex symbol, era apenas isso, fama. Robert Redford sempre levou uma vida sentimental muito discreta e distanciada das câmeras. Inclusivamente, o divórcio da primeira mulher, em 1985, só foi tornado público mais de uma década depois. Desde 2009 que está casado com a pintora alemã Sibylle Szaggars. 



Voltando aos inícios de vida do actor, a influência da primeira mulher foi de tal forma positiva para Redford, que em 1958 decide matricular-se numa escola para estudar arte. Foi aí que começou a ter aulas de interpretação, embora o trabalho de actor nunca tenha sido uma prioridade. 

Em 1962, com a peça Barefoot in the Park, converte-se numa estrela da Broadway, o que acaba por ser a rampa de lançamento de uma carreira de sucessos em Hollywood

É com a versão cinematográfica da obra Barefoot in the Park, em 1967, que chega finalmente o reconhecimento mundial para Robert Redford. Este filme marca, também, a primeira das várias vezes em que veremos o actor e Jane Fonda juntos no grande ecrã.   



Nas décadas seguintes, Redford consolida-se como estrela de Hollywood, mas é como realizador que consegue a maior parte das nomeações a prémios importantes do cinema, como são os Óscares ou os Globos de Ouro. Nos últimos anos tem preferido trabalhos mais esporádicos e papéis secundários. No entanto, em 2017 vamos poder vê-lo novamente junto a Jane Fonda no filme Our Souls at Night, onde contracenará, também, com Matthias Schoenaerts (aquele que já sabem, é um dos meus actores favoritos).  


Com o amigo inseparável Paul Newman, formaram uma das duplas mais inesquecíveis do cinema mundial, tendo partilhado algumas vezes o grande ecrã. Aliás, é com o filme The Sting, que os dois protagonizam, que Redford consegue a única nomeação aos Óscares como actor. Durante décadas, partilharam também o posto de sex symbol "made em Hollywood" e gravaram os seus nomes com letras de ouro no firmamento da meca do cinema. 




Embaixador do Estilo "Casual Americano"

Antes de ter imortalizado aquele que hoje conhecemos como o estilo "casual americano masculino", Robert Redford já surgia impecável em fatos Ralph Lauren no filme The Great Gatsby. Um papel que vimos recentemente ser confiado a Leonardo Dicaprio na adaptação ao cinema de 2013, mas sem metade da pinta de Redford, digo eu! ☺ 

Robert Redford em 1974 e Leonardo Dicaprio em 2013. Duas versões do enigmático personagem de literatura Jay Gatsby.



Foi a partir deste filme que Redford se consolidou como um ícone de estilo a nível mundial. À parte dos fatos de corte perfeito, que combinava genialmente com uns óculos de sol Ray Ban aviator espelhados, o actor deixou a sua marca com os looks compostos de jeans, blazers escuros e botins. Mesmo quando usava camisas de xadrez e casacos de pele de carneiro, Redford sempre se preocupou com os detalhes e nunca deixava de lado o seu Rolex.

Para além do estilo casual, outra das imagens de marca do actor é a cabeleira loira e farta, sempre penteada de forma despretensiosa e com um ar muito natural. Um hair style que, de resto, o actor mantém até hoje.



Durante os seus quase 81 anos, Redford foi três vezes capa da TIMES, a revista mais desejada pelas celebridades mundiais. A última foi em 2014, quando o actor foi eleito uma das pessoas mais influentes do planeta. 



No século passado, e mesmo hoje em dia, foram muitos os ícones que se destacaram, no entanto, ninguém, na sua melhor época, conseguiu superar Robert Redford no que ao estilo diz respeito.  



O Grande Legado: Festival de Sundance


Aos seus quase 81 anos (fá-los em Agosto), Robert Redford pode gabar-se de vários feitos, mas um dos mais importantes, senão o mais importante, foi o de ter criado em 1980 o Instituto Sundance, um centro de apoio para jovens cineastas e que pretende promover o cinema independente. Um projecto criado a custo próprio e sem quaisquer apoios que deu origem ao que hoje conhecemos como Festival de Cinema de Sundance. Este evento internacional, que se celebra desde 1983 na cidade americana de Park City, é uma mostra anual de cerca de 200 trabalhos cinematográficos seleccionados entre mais de 9000 candidaturas. O curioso é que o nome da escola e do próprio festival surgiram do filme que em 1969 protagonizou com o seu grande amigo Paul Newman e que se intitulava The Sundance Kid.

Robert Redford na edição do Festival de 2016. 




Vou ficar por aqui. 

Espero que tenham gostado desta versão masculina do 20th Century Style Icons aqui no blogue!

Se quiserem deixar sugestões para os próximos, não hesitem!!

BEIJOO!

10/03/2017

FRIDAY




Um bom fim-de-semana a todos!! Que nos seja brindado com o tempo maravilhoso que tem estado nesta última semana (pelo menos aqui em Alicante) e que eu consiga dar o meu primeiro mergulho do ano! Vamos ver! ☺

ATÉ SEGUNDA!

09/03/2017

OLIVIA PALERMO NAS FASHION WEEKS | PARIS

Gosto tanto de ver esta Olivia chique, trendy, mas sem inventar muito? É, na minha opinião, com este tipo de looks que melhor se defende, looks femininos e simples. Gosto muito dos dois (tirem-lhe estes sapatos Givenchy, por favor, odeio-os!), mas tenho uma queda pelo segundo, porque junta algumas das minhas peças favoritas, como são o maxi colete (da Zara!), as botas over the knee e a blusa fluída.


Só poderia gostar. Temos um look com uma base muito Olivia Palermo, mas com o apontamento do trench em jeans, que lhe deu uma pinta brutal.


Sabem o que é ser uma queen do street style? É dar-se ao luxo de vestir simples e sem grandes floreados numa fashion week, de não sair para a rua enfeitada como se fosse para um baile de máscaras e, ainda assim, ter todas as atenções centradas em si. Esta é a Olivia Palermo, uma Olivia que decide assistir a um desfile com umas calças largas e um casaco de estilo militar e parecer perfeita. Noutra ocasião, decide arriscar nos mesmos tons e usar uma saia comprida estampada e um maxi casaco preto, que me pareceu combinar lindamente com o look.   


Não fossem as calças com aquele corte frontal, uma tendência da qual não gosto mesmo nada, este look estaria nota 10. A fita no cabelo tornou o conjunto muito especial, para não falar do casaco de pêlo, que é só a peça mais espectacular.


Aqui, vemos um registo mais casual, com o qual eu me identifico muito. Temos uma peça central giríssima, que é o casaco de pêlo, temos uns sneakers Roger Vivier que eu não me importava nada de ter uns iguais e, depois, uns jeans super descontraídos. O toque final, fica para o chocker e a mala com um padrão colorido. 


Mais um conjunto simples, mas com peças cheias de personalidade. Adoro as pantalonas cinza matizado e adoro a maneira como a Olivia Palermo as combinou com uma malha preta e a gola de pêlo. Os óculos de sol tamanho XL a darem-lhe aquele ar de diva que eu adoro!


O primeiro é o look é aquele que menos gostei nesta semana da moda. Como sempre, é por causa das misturas, com as quais há que ter muito cuidado, principalmente no inverno, com tantos materiais e texturas envolvidos. Não é que não goste da combinação, mas acontece que olho de cima a baixo e não me parece harmonioso. Gosto da blusa roxa com o verde do casaco mas, depois, vamos descendo e vejo uma saia com fenda, uns collants opacos e os sapatos que eu odeio (ok, a culpa deve ser mesmo dos sapatos!). ☺ O segundo look, a Olivia usou num evento nocturno e pareceu-me muito chique. Adoro o conjunto em veludo, adoro a cor e adoro o cinto por cima do blazer. Os cintos estão a voltar em força, vamos lá "desempacotar" os nossos! 


Gosto muito deste look. Acho muito boa a ideia de combinar este tipo de botas da Dior (amo, amo, amo!) com peças mais femininas, como a saia comprida, a blusa fluída e a mala bordada com pedras. O chocker, nos mais variados modelosfoi o acessório mais usado nesta temporada de fashion weeks e aqui podemos ver mais um. 


Dois looks que adoro e que fazem  muito o meu género. O primeiro, sem comentários, porque já falei das calças e dos sneakers, e o casaco está-se mesmo a ver que é a minha cara (mais um!!). O segundo, mais uma aposta ganha, com umas calças com barra lateral lindas de morrer e uma malha tipo capa e um lenço que tornaram o look muito feminino. Vou falar também dos óculos de sol Salvatore Ferragamo, um modelo que acho maravilhoso.



Mais fotos da Olivia Palermo no meu Pinterest.

07/03/2017

TRUE BLOOD | VAMPIROS, FADAS E OUTRAS COISAS SOBRENATURAIS

Mais uma história que termino e mais uma que me vai deixar saudades.

Não porque TRUE BLOOD seja a melhor série que tenha visto nos últimos tempos, está longe disso. Mas porque me marcou. De uma maneira que eu nem consigo explicar. Tem, de certeza, que ver com o elenco de personagens, um grupo com o qual criamos empatia quase sem nos darmos conta. E eu nem falo da protagonista, a Sookie, até porque o perfil desta empregada de mesa com poderes telepáticos e a dar-lhe para o "sonsa", está mais para odiá-la do que para amá-la.




Falo, acima de tudo (e espantem-se) de um vampiro viking com mais de 1000 anos, de perfil taciturno e com um humor cortante. Falo de um cozinheiro (muito) gay com poderes de medium e a quem pertencem as cenas mais hilariantes. Falo de Pam (todos adoram a Pam), a vampira poderosa, gerente do Fangtasia, o bar de vampiros mais divertido de sempre. Falo de Jason Stackhouse, o irmão "justiceiro" da protagonista, um mulherengo invertebrado que não deve muito à inteligência e o único dos protagonistas sem poderes paranormais. E por ai adiante.


TRUE BLOOD é a primeira série de vampiros que vejo. Nunca fui muito dada ao sobrenatural, acima de tudo, não me atrai o anti-natural. Porque sempre me pareceu uma perda de tempo. Afinal, inventar para quê? Se não existe, "what´s the point?". No entanto, pouco a pouco vou mordendo a língua. Já antes mordi com Vikings e com Outlander, duas séries com uma boa dose de fantasia e que acabaram no meu top 5 de preferências, o que não pode ser coincidência. 


Mas do que é que se trata TRUE BLOOD?


Quarteto de vampiros em acção: Eric, Pam, Deborah e Bill


Depois de milhares de anos a viver na sombra, os vampiros vêm finalmente a oportunidade de se inserirem na sociedade e conviverem com os humanos, com os mesmos direitos e deveres. Tudo porque os japoneses descobrem uma maneira de sintetizar artificialmente o sangue humano e daí até o "engarrafarem" e lançarem para o mercado, é um passo. Nasce, então, o True Blood, uma bebida que vem satisfazer as necessidades dos vampiros, que deixam assim de ter de matar humanos para se alimentarem. Isso provocará uma espécie de "revolução social", com uns a favor da integração e outros contra.


Bill e Sookie


No meio desta mudança, está Bon Temps, uma pequena povoação no norte de Louisiana onde vive Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma empregada de mesa que tem um dom que despreza: é capaz de ler os pensamentos dos restantes humanos. Sookie vai-se apaixonar por Bill Compton (Stephen Moyer), um vampiro "decente" mas cuja relação lhe vai trazer muitos problemas ao longo das temporadas (isto na ficção, porque na vida real acabam por se casar e ter gémeos ☺).

Para animar a coisa, temos Eric Northman (Alexander Skarsgard), o vampiro veterano e sheriff da zona 5 (que é uma espécie de supervisor de vampiros do Louisiana), o impoliticamente correcto e de carácter duvidoso (ou isso nos é levado a crer nas primeiras temporadas). Forma com Sookie e Bill um interessante triângulo amoroso, com uma relação a balançar frequentemente entre o amor e o ódio, entre o bromance e a rivalidade. É, indiscutivelmente, o meu personagem favorito, com Alexander Skarsgard a dar um show de interpretação e a encontrar neste papel a rampa de lançamento de uma carreira que hoje em dia está no auge. As melhores cenas, as mais divertidas e desconcertantes, são as do Eric, seja a contracenar com a sua protegida - a Pam, a vampira mais maravilhosa de sempre e que não se podia parecer mais com o seu "maker" -, seja com Sookie ou com Bill


Eric e Sookie


A esta história, juntam-se, ainda, boas histórias secundárias que envolvem personagens que se transformam em animais, bruxas, fadas e homens-lobo. Curiosidade: o chefe da manada dos lobos, Alcyde, é interpretado pelo marido de Sofia VergaraJoe Manganiello, que também se vai apaixonar por Sookie, e não nos ficamos por aqui.

É por causa deste "excesso" de fantasia - que de resto se vai intensificando à medida que as temporadas passam - que os críticos defendem que a série perde o rumo. Eu não concordo. Tirando talvez as duas últimas temporadas, que me pareceram algo forçadas e com um final que pode desagradar aos mais românticos, a série conseguiu sempre manter um bom nível de interesse, com histórias cruzadas bem delineadas e que, muitas vezes, tiraram o protagonismo à trama central. 



Jason Stackhouse e o detective Andy Bellefleur, a força policial da povoação



Apesar de todas as críticas que sofreu, a verdade é que TRUE BLOOD mantém-se de pedra e cal como um dos grandes êxitos da HBO nos últimos anos (esteve no ar entre 2008 e 2014). E não podemos ignorar que tem um dos melhores genéricos de sempre, com um Bad Things de Jace Everret a meter-se-nos na cabeça para nunca mais sair. Ainda agora canto "I wanna do bad things with you". ☺



Mas volto a frisar para depois não dizerem que não vos avisei: se tiverem curiosidade de ver, preparem-se, porque o final pode não vos agradar. Mas o resto vale a pena e mais não digo.


06/03/2017

BOA SEMANA!



Bom dia! Hoje, não quero que o foco sejam as imagens. 

Venho desejar-vos uma semana feliz e explicar o motivo pelo qual ultimamente não ando tão assídua nas redes sociais. O motivo é simples: vejo-me saturada desta escravidão digital a que nos submetemos diariamente. Nunca gostei que as coisas me fossem impostas e costumava pensar que usufruía de certa liberdade nas minhas escolhas (o My True Options vem daí). Também não lido bem com histerias gerais e com a falta de originalidade que vemos nos dias que correm. Parece-me muito estranho que hoje todos tenhamos o mesmo lifestyle, que partilhemos dos mesmos gostos, que façamos as mesmas viagens, que nos alimentemos das mesmas coisas, que tenhamos os mesmos hobbies. Incomoda-me, acima de tudo, o não pensarmos por nós próprios, que as nossas opiniões sejam fruto daquilo que vamos "recolhendo" digitalmente. 

E eu encontrei-me (encontro-me) enredada nesta teia viciante e não gosto do que vejo. Pior, não gosto de como me faz sentir. Escrava, dependente, ansiosa. É terrível o sentimento de estar a perder (ou não estar a aproveitar) uma parte importante da minha vida em função de uma fotografia ou um vídeo no Instagram. Eu tenho um blogue, é um facto, como há muitos anos já tive um diário ou um caderno onde escrevia. Eu tenho um blogue onde escrevo quando me apetece, porque é um hobbie, e como qualquer outro hobbie supõe-se que deve trazer sentimentos de prazer, liberdade, alegria, até. E é isso que eu quero. Mesmo sabendo que as redes sociais são uma parte indissociável de um blogue e que dificilmente este sobreviverá são e salvo sem a sua ajuda. Mas são escolhas. E a vida é feita de escolhas. Se eu tiver de escolher entre a escravidão de actualizar diariamente as redes sociais e o facto de me sentir livre e feliz, eu definitivamente fico com a segunda opção. Custe o que tiver de me custar. Seja likes, seja seguidores. 

Já aqui escrevi sobre o facto de não me sentir obrigada a comprar roupas novas só porque tenho um blogue. Disse e volto a dizer: compro quando tenho de comprar, quando gosto, quando preciso e quando sei que vou usar muito. Portanto, nas redes sociais quero que seja igual: vou publicar quando sentir que devo e não porque me sinta obrigada.  

E eu espero que vocês entendam. ❤❤❤





ATÉ AO PRÓXIMO POST!

02/03/2017

OLIVIA PALERMO NAS FASHION WEEKS | MILÃO

Um look "tudo de bom". Boyfriend jeans rasgados e com bainha virada misturados com peças de estilo militar e uns scarpins nude com atilhos. Na minha opinião, Olivia Palermo acertou em cheio. Sem dúvida, um dos meus conjuntos favoritos desta temporada de Milão (amo, amo, amo o trench). 


O estilo militar a vestir mais um look. Gosto, está harmonioso, mas pareceu-me ligeiramente "banal" para um evento de moda. Acho que falta ali aquele apontamento especial que estamos habituados a ver na Olivia. Do segundo look, não gostei mesmo. Estão ali uns mix de texturas que não me pareceram funcionar. 


O preto e branco é uma aposta sempre segura. Neste caso, a Olivia usou uma sobreposição de partes de cima que resultou lindamente com umas calças mais descontraídas. Não fossem os sapatos (tenho uma embirração com este modelo) e estaria perfeito. 


Dois looks que não me convenceram absolutamente. Eu sempre achei que a Olivia Palermo era a rainha dos mix & match, no entanto, acho que ela acerta sempre mais no mix de padrões do que de texturas. O primeiro look resultou bastante pesado e o segundo, nada a ver. Primeiro, não sou fã deste estilo de calças, e depois não gostei da conjugação das cores (preto, com vermelho nos sapatos e na malha e, a piorar, um cinto bege). O cabelo aos "cachos" também não me parece ter sido uma boa ideia para usar com este look. Dos piores conjuntos que vi a Olivia usar nos últimos tempos (ou anos!).   


Adorei este! O vestido é lindo, dos óculos de sol nem vou falar, e gostei da conjugação com as botinhas de cano curto. Deu-lhe um ar super chique e moderno. 


Imagino-me facilmente a usar o primeiro look. Tem tudo a ver comigo, cada peça de roupa, as cores, os acessórios... Também gosto do segundo look, gosto da saia de pregas combinada com uma malha XL e uma camisa, gosto dos botins. Só acho que não favoreceu a Olivia, deu-lhe um ar envelhecido.


Estas e outras fotos da OP no meu Pinterest.